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Médica explica por que o monitoramento de vírus respiratórios deve continuar no Paraná

Médica explica por que o monitoramento de vírus respiratórios deve continuar no Paraná
Médica pneumologista detalha cuidados e grupos de risco para vírus respiratórios no Paraná; vacinação em dia protege a saúde. (Fotos: Magnific)

Mesmo com a tendência de estabilidade ou queda de casos graves em diversas regiões do país, o Paraná permanece entre os estados que exigem atenção para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo a mais recente edição do Boletim InfoGripe da Fiocruz.

“O monitoramento contínuo é fundamental porque a circulação desses agentes é dinâmica e sofre alterações rápidas. A vigilância permite identificar quais vírus estão circulando, em que intensidade e quais grupos estão sendo mais afetados, possibilitando uma resposta mais rápida dos serviços de saúde“, explica a médica pneumologista e docente do curso de Medicina do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Bianca Pasquini Galinari.

A especialista reforça que os vírus respiratórios não devem ser encarados apenas como um problema sazonal do inverno. Embora o clima frio favoreça a transmissão e aumente a pressão sobre a rede de atendimento, o acompanhamento precisa ser permanente.

A importância da imunização

Bianca também alerta para o equívoco comum de minimizar a gravidade das infecções: “É importante evitar a ideia de que ‘gripe é sempre uma doença simples’. Influenza, Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e Covid-19 podem causar desde quadros leves até pneumonia, insuficiência respiratória, internação e morte, principalmente nos grupos vulneráveis“.

A principal estratégia para mitigar complicações, hospitalizações e óbitos causados pelos principais patógenos — como a influenza, o VSR e a Covid-19 — continua sendo a vacinação em dia contra essas doenças, para as quais já existem imunizantes disponíveis na rede pública de saúde.

Médica explica por que o monitoramento de vírus respiratórios deve continuar no Paraná

Públicos mais vulneráveis

Embora qualquer pessoa possa contrair infecções respiratórias, determinados grupos correm riscos severos de evolução para casos graves. A atenção médica deve ser redobrada para:

  • Crianças pequenas, especialmente menores de 2 anos (com atenção especial aos bebês),
  • Idosos, principalmente aqueles com idade mais avançada,
  • Gestantes e puérperas,
  • Pessoas com doenças crônicas, tais como cardiopatias, pneumopatias, diabetes e patologias neurológicas,
  • Pessoas com imunossupressão,
  • Indivíduos com obesidade e outras condições que aumentem a probabilidade de complicações,
  • Pessoas institucionalizadas ou que se encontrem em situações de maior exposição.

 O que fazer para se proteger no dia a dia?

Além de manter a caderneta de vacinação atualizada, a médica pneumologista do Centro Universitário Integrado, de Campo Mourão, ressalta que a população pode adotar medidas práticas de prevenção e contenção de transmissão:

  • Lavar ou higienizar as mãos com frequência,
  • Não compartilhar objetos pessoais como copos, talheres, toalhas e telefones; eles devem ser mantidos de uso estritamente individual,
  • Manter os cômodos e locais de convivência bem ventilados,
  • Evitar aglomerações sempre que houver picos ou aumento expressivo na circulação viral,
  • Utilizar máscaras de proteção em situações de maior risco, medida indicada especialmente para pessoas vulneráveis ou para quem apresenta sintomas respiratórios,
  • Evitar contato próximo com indivíduos de grupos de risco caso esteja doente,
  • Reduzir a circulação e abster-se de frequentar ambientes coletivos ao manifestar sintomas respiratórios — com maior rigor em hospitais, instituições de longa permanência e locais com presença de bebês e idosos.

“Seguindo essas orientações, é possível cuidar da saúde e evitar a propagação da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todos os meses do ano“, complementa a professora do curso de Medicina do Centro Universitário Integrado, Bianca Pasquini Galinari.

Centro Universitário Integrado

O Centro Universitário Integrado oferta ensino superior de excelência. A instituição tem nota máxima (5) no Ministério da Educação (MEC), é reconhecida como o melhor Centro Universitário do Paraná (CPC/MEC) e figura entre as mais sustentáveis do Brasil (ranking UI GreenMetric).

Sediado em Campo Mourão (PR), com presença no Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e Amapá, o Centro Universitário Integrado proporciona educação de vanguarda em mais de 60 cursos de graduação — incluindo Medicina, Agronomia, Odontologia e Direito — e em mais de 70 cursos de pós-graduação. A formação multidisciplinar oferecida ajuda a transformar vidas e está conectada às demandas do mercado global.

A instituição de ensino superior possui estrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, ecossistema próprio de inovação, pesquisa e fomento ao empreendedorismo, frente de investimento em startups, professores mestres e doutores com vivência prática e experiência profissional.

O Centro Universitário Integrado faz parte do Grupo Integrado, que em 2026 completa 40 anos e engloba o Colégio Integrado, o Instituto Integrado de Ciência e Tecnologia (IN2), a Integrado Genética, as plataformas Super Professor e Coonect.se e a Faculdade Integrado de Macapá.

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