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Antes, durante e depois do atendimento: 7 cuidados de segurança que o paciente nem sempre percebe num hospital - CuritibaFun

Antes, durante e depois do atendimento: 7 cuidados de segurança que o paciente nem sempre percebe num hospital

Antes, durante e depois do atendimento: 7 cuidados de segurança que o paciente nem sempre percebe num hospital
A conferência entre a prescrição e a identificação do paciente é uma das medidas de segurança adotadas no Hospital Sugisawa. (Foto: Imagem ilustrativa gerada por IA/Hospital Sugisawa)

Quando um paciente entra em um hospital, há uma série de cuidados que acontecem sem que ele necessariamente perceba. Conferir seu nome antes de um procedimento cirúrgico, higienizar as mãos antes do contato, revisar um medicamento ou interromper a equipe antes de uma cirurgia para confirmar informações são atitudes aparentemente simples, mas que fazem parte de uma cultura de segurança e podem evitar eventos adversos.

No Dia Mundial da Segurança do Paciente, celebrado em 17 de setembro, o Hospital Sugisawa chama a atenção para algumas dessas práticas que fazem parte da rotina hospitalar e reforçam o compromisso com a qualidade da assistência e com o Jeito Sugisawa de Cuidar.

Entre os principais cuidados está a identificação correta do paciente. A conferência da pulseira e de outros dados antes da realização de exames, procedimentos ou administração de medicamentos ajuda a evitar que uma conduta seja realizada na pessoa errada. O Ministério da Saúde mantém um protocolo específico para essa finalidade.

Outro momento fundamental acontece antes de uma cirurgia. O chamado time-out, realizado imediatamente antes do procedimento cirúrgico, permite que a equipe confirme informações essenciais, como identidade do paciente, procedimento que será realizado e local da cirurgia. A prática faz parte do protocolo de cirurgia segura do Ministério da Saúde e da lista de recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A higienização das mãos também é uma das medidas mais simples e importantes para a segurança do paciente. Ela deve ocorrer nos momentos indicados durante a assistência, reduzindo o risco de transmissão de microrganismos e de infecções relacionadas aos cuidados de saúde.

Na administração de medicamentos, a segurança depende de várias etapas de conferência. A dupla checagem de informações, quando indicada pelo protocolo institucional, ajuda a confirmar se o medicamento, a dose e o paciente estão corretos antes da administração.

Também fazem parte dessa rotina a avaliação do risco de quedas, com adoção de medidas preventivas de acordo com as condições de cada paciente, e os cuidados destinados à prevenção de lesões por pressão, especialmente entre pessoas com mobilidade reduzida.

Outro cuidado que muitas vezes passa despercebido é a comunicação entre as equipes. Na troca de plantão ou na transferência de um paciente entre setores, informações importantes precisam ser transmitidas de forma clara e completa para garantir a continuidade do cuidado.

A segurança do paciente não acontece em um único momento. Ela está presente em uma sequência de conferências, protocolos e atitudes que fazem parte do cuidado desde a entrada até a alta hospitalar. São padrões rigorosos de segurança e qualidade, que levaram o Hospital Sugisawa a receber a certificação ONA nível 3, o nível máximo de acreditação de excelência para serviços de saúde no Brasil.

A proposta do Dia Mundial da Segurança do Paciente é justamente ampliar a compreensão de que qualidade assistencial não depende apenas de equipamentos ou de grandes procedimentos. Muitas vezes, a segurança está em ações simples e repetidas, incorporadas à rotina de toda a equipe.

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Publicado em SaúdePalavras-chave assistência | atendimento | cirurgia | Cuidados | higiene | Hospital | infecção | Medicamentos | ONA | paciente | prevenção | Qualidade | Saúde | Segurança | Sugisawa