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“ÂNIMA” traz a história de mulheres que mudaram o curso da humanidade em peça da filósofa Lúcia Helena Galvão - CuritibaFun

“ÂNIMA” traz a história de mulheres que mudaram o curso da humanidade em peça da filósofa Lúcia Helena Galvão

“ÂNIMA” traz a história de mulheres que mudaram o curso da humanidade em peça da filósofa Lúcia Helena Galvão
Com atuação da premiada atriz Beth Zalcman, monólogo tem apresentações nos dias 4 e 5 de julho, no Teatro Bom Jesus. Peça reúne histórias de mulheres místicas, pensadoras e heroínas, como Joana Darc, Simone Weil, Helena Blavatsky, entre outras. (Fotos: Laura Carvalho, Jow Coutinho e Flavia Canavarro)
“ÂNIMA” traz a história de mulheres que mudaram o curso da humanidade em peça da filósofa Lúcia Helena Galvão

Nos dias 4 e 5 de julho, o espetáculo “ÂNIMA” chega a Curitiba, com apresentações no Teatro Bom Jesus. Considerado uma “ode” às mulheres que iluminaram os caminhos da humanidade, por meio de suas lutas, batalhas e conquistas, o monólogo é estrelado pela premiada atriz Beth Zalcman e conta com texto da filósofa Lúcia Helena Galvão. A peça reúne seis mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas, são elas como Joana Darc, Simone Weil, Helena Blavatsky, Harriet Tubman, Marguerrit Porret e Hipatia de Alexandria. 

Quando Lúcia me entregou o texto ÂNIMA, ela me disse: nele estão seis mulheres que marcaram a minha vida. Fiquei curiosa, emocionada, ansiosa, e na primeira leitura compreendi que eu viveria uma experiência profunda e bela. Mulheres distintas vindas de tempos e espaços distantes, mas conectadas pelo desejo de fazer a vida valer a pena para todos. Para descobri-las tive que mais uma vez mergulhar no meu silêncio, como aprendi com Blavatsky” explica a atriz Beth Zalcman.

As apresentações ocorrem às 20h, no sábado (4), e, às 19h, no domingo (5).  Os ingressos estão à venda peloDisk Ingressos com valores a partir de R$70 (meia-entrada) + taxa adm. 

Mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas

Em “ÂNIMA”, uma tecelã ocupa o palco da peça tecendo histórias que deixaram uma marca indelével no curso da humanidade. 

A primeira personagem é a corajosa e autêntica filósofa francesa Simone Weil, séc. XX, dotada de uma capacidade ímpar de ver simbolicamente a vida e aprofundar-se em seus segredos mais íntimos. Seguindo com a inesquecível heroína e Santa, Joana D’Arc, séc. XIV, condenada à fogueira pela igreja católica e canonizada pela mesma igreja.

A peça segue com a escritora Helena Blavatsky, séc XIX, duramente condenada por seus contemporâneos, por sua ousadia e originalidade, por sua irreverência e determinação; também entra em cena a brilhante Harriet Tubman, sec XVIII, mulher escravizada e foragida que libertou muitos outros companheiros da escravidão, se tornando símbolo da luta contra o trabalho escravo nos EUA. Em seguida, ficamos de frente com Marguerite Poret, a grande pensadora e mística do séc. XIII, que nos legou a reconhecida obra “Espelho das Almas Simples…”, que lhe rendeu uma condenação à morte na fogueira.

Ao final dessa jornada, encontramos, no séc. IV, Hipátia de Alexandria, uma incansável investigadora, que foi vítima do fanatismo de seu tempo, conhecida como a primeira matemática documentada na história 

“ÂNIMA” traz a história de mulheres que mudaram o curso da humanidade em peça da filósofa Lúcia Helena Galvão

Parceria de sucesso

Este é o terceiro texto de Lúcia Helena Galvão para o teatro, especialmente criado para a atriz Beth Zalcman, retomando a parceria de sucesso iniciada com “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio”, visto por cerca de 220 mil pessoas e que rendeu o Prêmio Cenym de Melhor Atriz, em 2023. Luiz Antônio Rocha, que assina a encenação de Helena Blavatsky, repete a parceria com a autora e a atriz.

“A coragem e a resistência à adversidade são características inerentes a muitas mulheres, especialmente quando o amor e a compaixão estão em jogo”, afirma a autora Lúcia Helena Galvão, que completa: “Este é um belo ‘arsenal’ de habilidades femininas. Embora não pretendamos esgotar todo o potencial feminino com essa breve reflexão, queremos destacar o poder transformador que as mulheres trazem consigo. Elas preenchem muitos dos ‘vazios’ que tanto afligem a humanidade, e é fundamental reconhecer e valorizar suas contribuições”.

Para o diretor e encenador Luiz Antônio Rocha, “ÂNIMA” é uma peça que fala da alma feminina. “Beth é uma atriz extraordinária que mergulha e responde às propostas com muita rapidez. O texto da Lúcia vem imbuído de provocações e possibilidades. Me sinto um diretor de alma feminina, trabalhando com duas super mulheres, festejando minha terceira parceria com Beth e Lúcia”,finaliza.

O espetáculo “ÂNIMA” é apresentado pelo Ministério da Cultura  e Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro, com apoio gastronômico do Dizzy Café Concerto e parceria da Nova Acrópole Organização Internacional. Siga o espetáculo “ÂNIMA” no Instagram pelo @animaapeca

SINOPSE – “ÂNIMA” é uma história sobre mulheres que mudaram o curso da história da humanidade contada por uma tecelã. Ela entrelaça os fios da vida em busca de sua ancestralidade feminina dando voz a mulheres idealistas e pensadoras, como: Joana d’Arc, Hipátia de Alexandria, Marguerite Porete, Helena Blavatsky, Harrite Tubman e Simone Weil. Cada fio conta uma história, que escrito nas estrelas, ecoa através dos séculos.

“ÂNIMA” traz a história de mulheres que mudaram o curso da humanidade em peça da filósofa Lúcia Helena Galvão

Ficha Técnica:

  • Argumento e texto original: Lúcia Helena Galvão
  • Interpretação: Beth Zalcman
  • Encenação: Luiz Antônio Rocha
  • Projeto de luz: Ricardo Fujii
  • Figurino: Thanara Shornadie
  • Cenário: Luiz Antônio Rocha e Toninho Lobo
  • Trilha sonora: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha
  • Sonoplastia: Anderson de Almeida / TAKE
  • Preparação corporal: Miriam Weitzman
  • Visagismo: Neandro
  • Fotos: Marcelo Estevão – Modus Focus / Flavia Canavarro / Jow Coutinho / Leandro Moraes
  • Assessoria de Imprensa Nacional: Flavia Fusco Comunicação
  • Assessoria de Imprensa Curitiba: TIP – Performance de Mídia
  • Gestão Redes sociais: CulturaLab, do grupo Top Na Mídia
  • Gestão e Elaboração leis de incentivo: Lilian maia
  • Direção de Produção: Luiz Antônio Rocha
  • Realização: Espaço Cênico, Mímica em Trânsito e Teatro em Conserva

Lúcia Helena Galvão

Lúcia Helena Galvão é uma filósofa, professora, escritora, poetisa, conferencista e voluntária há 35 anos de experiência na organização Nova Acrópole do Brasil. Na instituição, ela ministra aulas e palestras abordando diversos temas relacionados à Filosofia. Seus temas de estudo trazem a filosofia para um nível prático e aplicável, estabelecendo conexões entre conhecimentos antigos e a atualidade. Seu trabalho consistente atrai uma audiência global, com milhares de pessoas acompanhando seus livros ou escutando suas palestras. As produções criativas e filosóficas de Lúcia Helena compartilham conhecimentos adquiridos com muito estudo e dedicação, visando auxiliar as pessoas a crescerem e se tornarem seres humanos melhores.

Beth Zalcman

Beth Zalcman é atriz e autora, acaba de ganhar o Prêmio Cenym 2023 de melhor atriz com o monólogo Helena Blavatsky a voz do silêncio, que apresenta por todo país aclamado pela crítica e público. Atuou em Reis – Record/ em Desalma -Globoplay/ D Vitória / Conspira e Globoplay. Séries Tudo de Bom e Todo dia a mesma noite. Na peça Brimas, indicada ao Prêmio Shell 2015 melhor texto com grande sucesso de público e crítica. Integrou o elenco de “Amor sem Igual”, “Jezabel“, Apocalipse, na TV Record, Sob Pressão (3 temporadas) e Órfãos da Terra, Insensato Coração, Joia Rara, Velho Chico entre outras, na TV Globo. Estreou longas: Solteira quase surtando e Jovens Polacas. Foi D. Marisa no longa “Polícia Federal, a lei é para todos”. 40 anos de carreira artística. Estuda a técnica MICHAEL CHEKHOV de atuação no curso David Zinder Tel Aviv-2019 /no International Michael Chekhov Woskshop and Festival- Nova York- 2014 / – MASTER CLASS com LENARD PETIT, RJ – 2015 etc. Formada em Comunicação pela FACHA.

Luiz Antônio Rocha

Luiz Antônio Rocha começou sua carreira como ator no teatro Tablado tendo sido dirigido por Maria Clara Machado em “O Dragão Verde”.  Atua em todos os segmentos artístico-culturais, criando e produzindo projetos para todos os perfis de público. São quase 40 anos dedicados à produção de qualidade com temáticas relevantes. Além das peças de teatro Luiz Antônio Rocha é considerado pela Revista Veja como um dos melhores diretores de elenco do mercado de Tv e Cinema, tendo produzido o elenco de centenas de comerciais nacionais e internacionais, filmes, novelas e minisséries. No audiovisual destacam-se: “Mandrake”, “O Brado Retumbante”, “Laços de Família”, “Mulheres Apaixonadas”, “Presença de Anita”, “A Lei e o Crime”, “Vidas Opostas”, “Seven years in Tibet” de Jean- Jacques Annaud, “Le Jaguar” de Francis Veber, “Anjos do Sol” de Rudi Langman e “A Mulher do meu amigo” de Domingos Oliveira, “Velho Chico”, de Benedito Ruy Barbosa,  “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum – ambos com direção de Luiz Fernando Carvalho para a TV Globo; “Retrato de um certo Oriente” de Marcelo Gomes  entre outros. Em teatro dirigiu as seguintes peças: “Eu te darei Céu” em 2007, de Nanna de Castro e “Uma Loira na Lua” em 2004, sucesso de público e crítica. A peça foi considerada por Flávio Marinho no seu livro “Quem tem medo de besteirol” como um dos reinventores do gênero.  Em 2011: “A História do Homem que ouve Mozart e da Moça do Lado que Escuta o Homem”, de Francis Ivanovich que participou das mostras oficiais dos Festivais de Curitiba e Porto Alegre de 2011.  Em 2014: “Frida Kahlo, a Deusa Tehuana” (em cartaz até hoje); Em 2015; “Brimas” de Beth Zalcman e Simone Khalil; em 2018 escreveu e dirigiu ZILDA ARNS, A DONA DOS LÍRIOS e “ Paulo Freire, o Andarilho da Utopia sobre o patrono da Educação Brasileira pelo qual foi indicado ao prêmio Shell na categoria Inovação;  Em 2019: “Helena Blavatsky, a Voz do silêncio” com texto da filósofa Lúcia Helena Galvão. Em 2022 O Profeta, uma releitura filosófica por Lúcia Helena Galvão.



Serviço:

  • ÂNIMA”
  • Espetáculo escrito pela filósofa Lúcia Helena Galvão
  • Atuação de Beth Zalcman
  • Data: 4 de julho (sábado), às 20h e, 5 de julho (domingo), às 19h
  • Local: Teatro Bom Jesus (Rua 24 de Maio, 135 – Centro)
  • Duração: 75 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Ingressos pelo Disk Ingressos
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Publicado em Teatro & Artes CênicasPalavras-chave Beth Zalcman | filósofas | Harriet Tubman | Helena Blavatsky | heroínas | Joana Darc | Lúcia Helena Galvão | Mânima | Marguerrit Porret e Hipatia de Alexandria | Mulheres | Simone Weil | Teatro Bom Jesus

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